Episódio é tratado como caso de agressão: lesão corporal
O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) assinado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher pelo jornalista Assem Neto já foi enviado à Justiça. O prazo para que o juízo se pronuncie é de 10 a 15 dias.
De acordo com a assessoria da Polícia Civil, a situação não se enquadra na Lei Maria da Penha por não haver nenhum grau de parentesco entre os envolvidos. A situação pode ser tipificada como lesão corporal.
O jornalista foi flagranteado agredindo a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Márcia Lima na manhã de quarta-feira. O jornalista trabalhava como assessor de imprensa do Sinteac. A cena foi assistida por diversos colegas de trabalho que tentaram impedir novas investidas de Assem Neto após as primeiras agressões.
“Já estamos com toda a documentação formalizando a demissão dele. Basta apenas ele vir assinar”, afirmou a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento.
A reportagem de agazeta.net tentou contato com o jornalista por meio de um telefone atualizado. Deixou recado na secretária eletrônica. O jornalista Assem Neto tem se pronunciado sobre o episódio em redes sociais.
“Mulher barraqueira merece, SIM, uma bordoada, principalmente quando não sabe ser rejeitada e ainda chama a tua mãe de puta. Cultura vem de berço. Quando o bagaço se diz educadora, pior ainda. A Lei Maria da Penha pune sem observar causas e consequência. Ainda teria o prazer de ler a Lei de Proteção aos Direitos dos Homens”, afirmou o jornalista em perfil mantido na rede social Facebook.


