Projeto apostou no sensível mercado do pescado
Em 2011, o Complexo de Piscicultura do Acre era apenas uma ideia. Depois, com a junção de uma sociedade anônima pública-privada-comunitária, surgiu a Peixes da Amazônia.
As ações se dividem em 35% para o Governo do Estado, através da Agência de Negócios do Acre; 33% para o Fundo de Investimento em Empresas Sustentáveis da Amazônia; 10% para a Central de Cooperativas e 21% para os empresários que investiram no projeto.
O espaço possui 127 tanques com as matrizes. Já o Centro de Alevinagem tem capacidade para 10 milhões de alevinos produzindo 20 mil toneladas por ano. A Peixes da Amazônia trabalha com três espécies regionais: o pirarucu, o pintado ou surubim e o tambaqui.
São 16 empresários que decidiram investir e aplicaram R$ 11 milhões no negócio. Todos atuam no do estado. Depois desse processo, os peixes são embalados e vendidos.
Os principais clientes das empresas são de fora do estado. Entre eles uma grande rede de supermercados do país, além de restaurantes. No Acre, para o período da Semana Santa, uma rede de supermercados comprou mais de 30 toneladas de peixe: quase o dobro do que comprou ano passado.
O complexo gerou, até o momento, 153 empregos diretos. A intenção é expandir o empreendimento nos próximos anos, que possui vários parceiros, e vender os produtos para outros países.
















