A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre deve julgar a apelação de Hildebrando Pascoal e do Ministério Público do Estado na próxima terça-feira (1º). O caso diz respeito à condenação do ex-coronel a 18 anos de reclusão em regime fechado, por homicídio qualificado, pelo assassinato do mecânico Agilson Firmino dos Santos, o baiano, que ficou conhecido nacionalmente como o crime da motosserra.
A desembargadora Denise Bonfim, relatora do processo, é quem vai presidir a sessão, acompanhada de Laudivon Nogueira e da Desembargadora Maria Penha, além de um representante do Ministério Público.
Hildebrando contraria a prova dos autos e por isso almeja a anulação do julgamento. O réu, que agora é defendido por uma banca de advogados do estado do Pará, contratada pela família, pretende revogar a sua prisão, já que cumpriu mais de um terço da condenação. O apelante busca a progressão de sua pena e assim passar para o regime semiaberto. O ex-coronel continua preso no presídio Antônio Amaro, em Rio Branco.
Já o Ministério Público propõe a nulidade da apelação apresentada por Hildebrando e ainda defende a reforma da sentença com cumprimento da pena em 30 anos de reclusão. Em sua apelação, o MP ainda sugere a revisão do julgamento de Pedro Pascoal, Amaraldo Pascoal e Aureliano Pascoal por ser contra a prova dos autos.

