Projeto do CNJ quer mostrar agilidade em julgamentos
No Centro da Juventude, na Cidade do Povo, uma sala foi montada com toda a estrutura do Tribunal do Júri para o julgamento de João Paulo Tavares, 26. Em dezembro do ano passado, ele tentou matar a própria companheira.
O júri popular fora das salas do fórum faz parte da campanha “Justiça pela paz em casa”, planejada pelo Conselho Nacional de Justiça. É uma resposta à violência contra a mulher. Durante toda essa semana, serão realizadas 156 audiências na vara de violência doméstica e familiar contra a mulher.
O mutirão é para apressar os julgamentos dos casos de agressão contra a mulher e na maioria dos casos o réu é o próprio companheiro. A desembargadora Maria Cezarinete, presidente do Tribunal de Justiça, disse que levar o júri para a Cidade do Povo é uma forma de mostrar à população que a Justiça está combatendo esses casos.


