Ao invés de polêmicas, irreverência no evento acriano
Quem participou da Parada Gay no Acre esperou “o sol esfriar um pouquinho” para ir à concentração marcada para acontecer às três da tarde em frente à Ufac Centro. O forte calor fez com que o público começasse a chegar a partir das quatro horas.
Tinha gente de várias idades e estilos. Com roupas coloridas ou sóbrias; fantasiados ou discretos, o que valia era celebrar não apenas a decisão da Suprema Corte Norteamericana que tornou legal o casamento de duas pessoas do mesmo sexo nos 50 estados, mas lembrar que esse direito, no Brasil, já é permitido desde 2013.
“O que vale é celebrar a vida com respeito aos direitos individuais. É isso o que vale”, afirmou o presidente da Associação dos Homosexuais do Acre, germando Marino, um dos organizadores da Parada Gay no Acre.

























