Ordem da execução partiu de presídio do Mato Grosso
A Polícia Civil confirmou hoje que a execução do agente penitenciário Anderson Albuquerque Guimarães com 10 tiros na noite de 2 de fevereiro foi planejada por uma facção criminosa que opera dentro dos presídios em todo país.
A ordem de execução de Anderson Guimarães partiu de um presídio do Mato Grosso e teve como finalidade “servir de exemplo” às autoridades em Segurança Pública do Acre, incluindo os agentes, sobre o poderio da facção e o poder de execução de ações descentralizado.
Guimarães foi uma escolha natural já que havia histórica de problemas entre o agente e familiares de presos do Francisco de Oliveira Conde. “Foi um alerta para os agentes ‘linha dura’”.
Os dois assassinos de Anderson Guimarães vieram de São Paulo para executar a ordem vinda do Mato Grosso. Mais detalhes sobre o problema ao longo do dia.


