Último caso noticiado foi em Cruzeiro do Sul
Criminosos ligaram para o funcionário público José Francisco da Rocha e para o motorista do Samu, Noé Cavalcante Silveira, com a mesma informação: haviam sequestrado o filho deles e pediam dinheiro para a soltura.
As ligações foram feitas em dias diferentes, mas o crime foi o mesmo e com as mesmas características e forma de operação. O filho do motorista do Samu é taxista. Os criminosos alegaram que teriam chegado na cidade com o objetivo de sequestrar “outra pessoa”. Mas, como não foi possível, “sequestraram” o taxista mesmo. Pediram R$ 5 mil, sob os gritos e gemidos de uma pessoa do outro lado da linha.
Constatado o trote, as vítimas denunciaram a situação à polícia que sempre orienta que não se faça nenhuma espécie de depósito; que mantenha a calma e que mantenha informada as forças policiais a cada novidade. Esse não é o primeiro caso que ocorre em Cruzeiro do Sul.


