Fiscalização acontece entre as balanças de Bujari e o Rio Liberdade
A pedido do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), o Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre) reeditou a portaria que permitia o tráfego de carretas entre Cruzeiro do Sul e Rio Branco.
O trânsito desse tipo de veículo estava autorizado desde o ano passado, quando o Acre ficou isolado devido à cheia do Rio Madeira. A concessão foi dada para que alimentos e combustível chegassem, através de Cruzeiro do Sul, aos demais municípios afetados pelo isolamento.
Agora, segundo o Diretor do Deracre, Ocídoro Oliveira foi preciso atender a recomendação do Dnit, restringindo o tráfego de carretas, mas com permissões em casos específicos para transporte de alimentos.
“Uma diferença que vai existir é com peso dos caminhões de frigorífico, que tem peso maior que o caminhão carga seca. Esse desconto será feito”, disse.
Segundo o diretor do Deracre, a Associação Comercial de Cruzeiro do Sul foi informada da decisão que passa a valer no dia 1º de abril. “Nós alertamos às pessoas que precisam de autorização para que retirem junto à equipe técnica do Deracre para poder trafegar com tranquilidade”, acrescenta.
O trecho da BR-364 entre Feijó e Tarauacá, que compreende cerca de 80 Km, ainda é de responsabilidade do Governo do Acre e, por isso, o Dnit, que está promovendo obras no local, solicitou que a portaria fosse revogada.
Segundo o supervisor do Departamento, a medida é para preservar a pista. “Essa medida é preventiva, dada às condições de chuva da época. Nosso planejamento de serviços foi comprometido e para evitar que a rodovia chegue em um nível de deterioração tão grande que impeça a circulação de veículos, tomamos essa medida agora”, explicou.
Com a portaria revogada, o Peso Bruto Total no trecho ficou mais uma vez definido assim:
Caminhões ¾ PBT do fabricante
Caminhões Toco (2 eixos) 12 Toneladas
Caminhões Truck (3 eixos) 18 Toneladas
Caminhões ¾ 12 Toneladas
O Dnit também alerta para que os motoristas trafeguem com cuidado, ao longo do trecho entre Feijó e Tarauacá. Buracos, lama e pontos de erosão podem provocar acidentes. O Departamento também informou que sinalização específica na BR está sendo providenciada.


