Agora, é limpar e reconstruir o que a água deixou
Os moradores da Brasileia contabilizam os prejuízos da cheia histórica do Rio Acre. A vazante expõe as marcas de uma tragédia difícil de ser esquecida. Lama, dejetos, sujeira e muitas histórias de vida marcadas por uma relação conflituosa com o rio.
Ao longo dos anos, a cidade não percebeu que foi invadindo um caminho natural: destruição das matas ciliares, ocupação inadequada das margens dos igarapés, agora chegam com uma cobrança que vai exigir, além de muita paciência, dinheiro e a prioridade de poder público em mudar o centro da cidade para uma área mais alta, respeitando o rio. Sem isso, a cidade voltará a ficar vulnerável novamente.


