A Prefeitura de Rio Branco repassa o aluguel social às famílias que estão em situação de risco e que perderam imóveis na cheia do Rio Acre e enxurrada dos igarapés em março de 2023. Ao todo, 380 famílias recebem o benefício.
Atualmente, o problema é referente ao valor passado pelo município. Para famílias de até quatro pessoas, é repassado o valor de R$ 350; de cinco até oito membros, é R$ 500 e acima de nove pessoas, de R$ 900.
Para o vereador e líder do prefeito Tião Bocalom (PP) na Câmara de Vereadores, João Marcos Luz (PL), os valores são muito baixos e as famílias têm dificuldade de conseguir um imóvel adequado. Pela quantia ser pouca, as famílias muitas vezes alugam casas ruins e sem condições de moradia.
“É muito importante corrigir essa injustiça que acontece em Rio Branco. Está defasado o valor do aluguel social para as pessoas que não tem moradia, que moravam em área de risco que a prefeitura tirou e hoje paga o aluguel social”, afirma o parlamentar.
O vereador vai apresentar uma indicação solicitando que a Prefeitura amplie esse valor. Para quem recebe R$ 350 deve chegar a R$ 500; para quem ganha R$500, o valor será de R$ 800 e, por fim, as famílias que têm acima de nove membros, a quantia deve ser reajustada para, no mínimo, R$ 1.000.
De acordo com Luz, a Prefeitura tem dinheiro em caixa para ampliar o valor e dar mais conforto e segurança àqueles que saíram de casa.
Matéria produzida em vídeo pelo repórter Adailson Oliveira para a TV Gazeta


