Por João Cardoso para o Agazeta.net
Na última quarta-feira (31), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre, decidiu conceder prisão domiciliar a Gleyson Costa de Souza e Cleonizio Marques Vilas Boas. Policiais envolvidos na operação que culminou na morte da enfermeira Géssica Melo de Oliveira, de apenas 32 anos. Ainda assim, o julgamento continua sem data definida.
No dia dois de dezembro de 2023, Géssica Melo seguia um trajeto na estrada de Capixaba, quando foi avistada por dois policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron). Na ocasião, os militares iniciaram uma perseguição, que acabou levando ao óbito da vítima, que foi atingida por disparos de arma de fogo.
Com a decisão da Justiça do Acre, os policiais envolvidos na situação, passam a ter a prisão domiciliar, ou seja, em residência. O advogado de defesa dos agentes, Wellington Silva, relata que os mesmos suspeitos, estão afastados mas trabalham com funções administrativas.
“Os desembargadores entenderam que esse prisão preventiva não merecia continuar, eles tinham todos os requisitos para aguardarem o restante do processo das investigações em domicílio. Eles voltam ao trabalho com funções administrativas, sem participar de operações.”, diz defesa
Silva, também destaca que no momento da situação, Géssica Santos poderia representar um risco à integridade das pessoas próximas ao local.
“Este veículo fazia manobras perigosas, colocando em risco a integridade de pessoas que transitavam na BR(317).”, diz advogado
Estagiário supervisionado por Gisele Almeida


